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  • Dra. Vanise Zimmer

DEPRESSÃO é um Transtorno Mental. Atinge 3 milhões de pessoas no mundo

Atualizado: 25 de Fev de 2019

A Depressão pode acometer pessoas em qualquer fase da vida, mesmo sem motivo aparente. Os sintomas de depressão nem sempre são visíveis. A depressão pode afetar crianças, idosos, homens e mulheres de qualquer idade. Não existe uma causa única para a depressão. É importante estar atento aos sintomas e procurar atendimento especializado.


DEPRESSÃO. O quê é?


A depressão é um dos transtornos mentais mais frequentes, acometendo uma em cada cinco pessoas no mundo todo, em qualquer fase da vida. Uma das principais causas de redução de produtividade e de falta ao trabalho. A depressão pode atingir pessoas de todas as faixas etárias, sendo mais comum em adultos jovens e idosos. As mulheres são o grupo mais afetado pela depressão, mas atinge também homens de todas os países e culturas.

Os principais fatores de risco para depressão são: a ocorrência de casos de transtornos de humor e depressão entre familiares (até 2º grau), falta de aporte social, eventos traumáticos (luto, suicídio, bullyng, abuso sexual, violência doméstica, maus tratos, assalto e sequestro), estresse continuado ou intenso por um período prolongado, abuso de álcool e de outras substâncias psicoativas, desemprego de longo prazo, falta de valorização social.

A depressão pode ser cíclica, quando ela aparece e desaparece espontaneamente (sem a ocorrência de fatores desencadeantes. Os episódios depressivos também podem ser desencadeados por stress físico e/ou psicológico em pessoas que já têm predisposição orgânica para o Transtorno. Doenças crônicas e algumas medicações que afetam o sistema nervoso central podem contribuir para agravar ou levar ao desenvolvimento da Depressão.


SINAIS E SINTOMAS de DEPRESSÃO

Humor deprimido, ansioso, irritável, apatia ou sensação de não ter sentimento; Diminuição de interesse ou prazer em atividades ou Hobbies; Alterações no apetite que levam à alteração no peso; Alterações no sono (dificuldade para adormecer, despertar noturno, sono não reparador, insônia terminal; Alterações psicomotoras como lentidão ou agitação psicomotora; Energia diminuída, cansaço, fadiga; Sentimento de culpa ou inutilidade; Tristeza; Desesperança, Pessimismo; Indecisão ou capacidade diminuída de pensar ou concentrar-se; Pensamentos de morte ou ideação suicida; Pesamentos de conteúdo mórbido.


TIPOS DE DEPRESSÃO


A depressão pode apresentar-se de diversas formas. Seus tipos mais comuns são:


Transtorno Depressivo vinculado ao Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT):

Transtorno Depressivo Persistente (TDP): é um tipo mais leve de depressão, mas capaz de durar bastante tempo, pelo menos 2 anos no caso de adultos.

Depressão Atípica: um tipo que pode ser acompanhado de uma variedade de sintomas, como dormir muito, comer muito, ansiedade ou ataques de pânico.

Depressão Pós-Parto: o pós-parto é um período de risco para o desenvolvimento de episódios depressivos, associados às mudanças hormonais, à ansiedade e ao desgaste físico.

Distúrbio Afetivo Sazonal: esse tipo de depressão é caracterizado por episódios depressivos durante o outono ou o inverno, que desaparecem na primavera e no verão.

Luto Protraído: ocorre quando o paciente vivencia um momento de luto, ruptura, o separação, cujo período de recuperação excede seis meses após a perda, prejudicando as atividades cotidianas.


TRATAMENTO


As modalidades de tratamento para depressão mais utilizadas são as psicoterapias, podendo ser necessária a associação de antidepressivos, nos casos mais graves, mediante avaliação, psiquiátrica. Os quadros leves podem ser tratados exclusivamente com psicoterapia. A modalidade com maior evidência científica de eficácia terapêutica é a psicoterapia cognitivo-comportamental ou psicoterapia cognitivo-sistêmica.

Existem inúmeras medicações antidepressivas com os mais variados mecanismos de ação. Além disso há uma ampla gama de outras medicações com ação no humor que também podem fazer parte do tratamento da depressão.

A prática regular de exercícios físicos, cuidados com a alimentação e com o sono, entre outras mudanças de estilo de vida contribuem positivamente para o tratamento da depressão e devem ser instituídos sempre que possível.

A estimulação magnética transcraniana é uma modalidade de tratamento com eficácia comparável a dos antidepressivos, porém muito mais cara e trabalhosa. Por esse motivo costuma ser reservada a pacientes que não respondem ao tratamento convencional.


A avaliação psicológica é essencial e indispensável para obter-se o diagnóstico correto e elaborar o melhor plano de tratamento para cada indivíduo, respeitando o grau de comprometimento, as características, e as necessidades do paciente.


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